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Proposta de Recuperação

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Proposta de Recuperação: Classificação e Seriação
 
 
 

 

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Apresente um plano de aula para trabalhar os conceitos de classificação e seriação.
 
 
Esse plano deve apresentar:
 
 
1. conceituação dos termos classificação e seriação que devem ser exemplificados com uma aplicação do cotidiano.
 
2. justificativa da importância de trabalhar esses conceitos com determinado ano de escolaridade - escolha uma das turmas com as quais trabalha e identifique-a ou
escolha uma série com a qual gostaria de trabalhar.
 
3. objetivos em trabalhar esses conceitos com determinado ano de escolaridade - vale a mesma observação anterior.
 
4. descrição completa do trabalho em sala de aula, desde as intervenções planejadas para serem implementadas pelo professor até as atividades/exercícios a serem
realizados com a respectiva resolução esperada – no caso de mais de uma possibilidade de resolução apresentar, pelo menos, três possibilidades aceitáveis.
 
5. hipóteses sobre possíveis colocações dos alunos, desde perguntas pertinentes/comuns a dúvidas possíveis/freqüentes.
 
 
 
 
 
 

As crianças quando chegam à escola muitas delas já sabem contar e muitos professores realizam somente exercícios de escrita dos numerais e de correspondência de números e conjuntos. Porém, contar de memória é bem diferente de contar com significado, isto exige uma estrutura lógica – matemática construída pela criança.

Para Piaget, os conceitos lógicos precedem os numéricos.

O conceito de número baseia-se na formação e sistematização da mente em duas operações: classificação e seriação.

Quando a criança age intensamente sobre os objetos em atividades como quantificar coleções significativas para ela é que ela poderá construir progressivamente a estrutura do número que é a base para todo o conhecimento lógico-matemático.

O professor deve aproveitar a bagagem cultural que a criança traz de seu meio social e a partir desta explorar suas concepções de mundo tornando-a consciente de seus atos e do motivo das coisas se constituírem como são.

As habilidades lógicas matemáticas são muito importantes para o aluno, mas também, é necessário que eles tenham a oportunidade de desenvolverem suas competências espaciais, corporais, intelectuais, intrapessoais e interpessoais.

Através das brincadeiras podemos explorar idéias sobre número de um modo diferente do tradicional, pois brincar passa a ser não só uma atividade lúdica, mas também, um modo de obter conhecimentos, além de adquirir hábitos e atitudes importantes.

 

 

Classificar é agrupar considerando semelhanças de objetos

 

 

Classificação

 

 

 

 
 
 
 
Seriar é ordenar a partir da análise das diferenças dos objetos.
 
Seriação
 

 

 

 

 Um exemplo é o trabalho com os blocos lógicos, o importante é deixá-lo ao alcance da criança para que explore o material. Assim

que manteve um bom contato, podemos lançar desafios para que formule hipóteses:

 

- Dê uma peça como esta.

- Dê mais uma como esta.

- Agora separe os parecidos.

- Existe outra maneira de separar os parecidos?

- Podemos separar os parecidos de outra forma ainda?

 

O importante é que a criança crie estratégias, ela deverá perceber que existem os grupos das cores, do tamanho, das formas, das espessuras.

A próxima etapa é a da seriação, a qual é explorada a construção de série.

 
Exemplo de atividades:

 

- formar fila por tamanho dos alunos (do maior ao menor);

- propor atividades com diversos tamanhos de cabo de vassoura para ordená-lo;

- ordenar brinquedos da sala de aula.

 

Além do material diversificado, o professor poderá explorar o jogo-matemático da "Centopéia". O jogo consiste em um saquinho com vários de círculos de cartolina nas cores azuis, amarelas e vermelhas, e de um tabuleiro com o desenho da centopéia.

No tabuleiro está o desenho da centopéia com alguns círculos do corpo colorido, a criança retira do saco um círculo (é importante que não veja qual a cor escolhida), se fizer parte da seqüência ela completa o corpo, se for outra cor que não a da ordem dada, coloca o círculo de volta e espera a sua próxima jogada. Neste jogo a criança estabeleceu uma seqüência de cores que deve ser seguida.

 

O trabalho com a classificação, seriação e quantificação são decorrentes das relações que a criança faz entre os objetos.

Estas atividades iniciais auxiliam a criança a construção do número, a relacionar o numeral à quantidade.

 
 

 

 

 

 

 

Plano de Aula

 

Turma:   2º ano

Foco:  Atividades envolvendo classificação e seriação.

 

Conceituação:

 

Classificar é agrupar considerando semelhanças de objetos.

Seriar é ordenar a partir da análise das diferenças dos objetos.

 

Objetivos:

 

 

 • Estabelecer relações de semelhanças e diferenças.

 • Reconhecer padrões em séries e seqüências, através das atividades de classificação.

 • Exercitar atividades que envolvam agrupamentos e trocas.

 

Justificativas:

 

Considerando que a falta de noção de número impede a compreensão das relações numéricas podemos organizar uma seqüência de atividades

relacionadas com a vida cotidiana da criança, para que a construção numérica tenha sentido, favorecendo assim o estabelecimento de diversas

relações:

 

Resumo das Atividades:

 

Iniciar o trabalho com a quantidade, atividades que envolvam a noção do + 1. Só através do concreto as crianças irão perceber que dentro do 3 tem o 2, que dentro do 2 tem o 1.

 

Um exemplo para esta assimilação são os jogos de compra. Propor ao grupo que façam uma rodinha, no centro colocar vários pauzinhos de picolé e um dado com a quantidade 1, sugerir a criança, cada uma respeitando a sua vez, que jogue o dado e compre a mesmo tanto de pauzinho que o dado indicou. Após a compra o professor irá explorar com o grupo:

 

- Quantos pauzinhos de picolé o João comprou?

- E a Ana, quantos comprou?

Bem explorada esta rodada, passa-se para próxima, onde irão jogar o dado e comprar mais um pauzinho de picolé. O professor lança novos questionamentos:

- João comprou 1 pauzinho de picolé na outra rodada, agora ela comprou + 1, quantos pauzinhos ficou o João?

- E a Ana, ela tinha 1 pauzinho, comprou + 1, quantos ela tem agora?

 

Este tipo de exploração proporciona a criança perceber a existência do mais 1, que a quantidade 3 não é um único objeto, e sim 1 + 1 + 1.

É uma tarefa difícil, mas se bem explorada a criança poderá construir a conservação de número de uma forma simples e prazerosa.

 

Outro exemplo de jogo é o jogo do tapa certo, onde as crianças confeccionam uma mãozinha de cartolina com um pauzinho de churrasquinho, a

mesma proposta, que façam uma rodinha, no centro várias frutas desenhadas. O professor após explorar bem as gravuras, cita uma fruta e a criança com a mãozinha bate sobre ela, aquela fruta fica reservada com ela e passa-se para uma próxima citação. Terminado o jogo, o professor irá lançar alguns questionamentos:

 

- Quantas maças eu comprei? 

- Quantas laranjas?

- Quantos limões eu comprei?

- O que eu comprei mais maças ou laranjas?

- O que eu comprei mais maças ou frutas?

 

Questionamentos sobre a inclusão também auxiliam no processo da construção do número.

Assim que a quantidade estiver bem assimilada pela criança o professor poderá propor jogos intermediários, ou seja, que trabalhem o número e a quantidade.

Cito como proposta o jogo do bingo. Cada criança recebe uma cartela, onde o professor canta o número e com uma tampinha de garrafa o aluno marca o número ou a quantidade. O interessante que na cartela tenha a escrita de alguns números e a quantidade de outros. Aquele que acabar grita BINGO !

Outro jogo que desperta muito o interesse das crianças é o “Jogo do Troca”, onde ela irá relacionar a topologia do número com a sua quantidade. Os procedimentos do jogo consistem no seguinte, o grupo estará em rodinha e dividido por equipes, as quais receberão um tabuleiro; no centro estarão as fichas contento a escrita dos numerais de 1 a 6.

Cada equipe, respeitando a sua vez de jogar, irá virar a ficha do centro, se esta for correspondente a cor do seu tabuleiro, deverá comprá-la e preencher o tabuleiro (caso não haja correspondência de cor o representante da equipe deverá desvirar a ficha e passar a vez para a próxima equipe);

Se alguma equipe virar a ficha com a palavra TROCA TROCA, deverá trocar todo o seu tabuleiro com a equipe correspondente a cor mostrada na fichinha;

Termina o jogo assim que completarem seus tabuleiros;

O interessante deste jogo, é que quem estiver na frente não será necessariamente, o vencedor.

Este tipo de atividade, entre outras, auxiliará a criança no processo de construção do número.

 

 

 

 Avaliação:

 

O professor deverá fazer questionamentos às crianças durante o desenrolar das atividades.

 

 

 

 

 

Proposta de Recuperação: Números e Operações

 

 

Campo Aditivo não é restrito à adição.

Campo Multiplicativo não trata apenas de multiplicação.

Ambos supõe exploração de problemas matemáticos, alternância entre as operações complementares, variação no estilo da pergunta, resolução por estratégias não necessariamente vinculadas a algoritmos padrão, discussão e confronto de estratégias entre os alunos, entre outras características.

Apresente três situações-problema que você trabalharia em sala de aula: uma para trabalhar com Campo Aditivo; outra para explorar o Campo Multiplicativo; e uma terceira que mescle essescampos. Duas boas referências para ajudar a conceituar situação-problema estão nos encartes da Nova Escola sobre Campo Aditivo

sobre Campo Multiplicativo.

 

Junto à apresentação dessas situações-problema, devem ser identificadas:

 

http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/pdf/0202/atividades.pdf] ehttp://revistaescola.abril.com.br/edicoes/pdf/0203/encarte_atividades.pdf].

1. comparativo presente no encarte sobre Campo Aditivo da Nova Escola

2. intervenções, questionamentos que auxiliem o aluno na resolução da situação problema.

competências e habilidades que podem ser desenvolvidas por seu aluno no decorrer do processo de resolução dessa situação-problema. Lembre-se do quadro http://revistaescola.abril.com.br/ContaClick.shtml?pdf?/edicoes/pdf/0202/teoria.pdf]; ele pode ser aplicado para o Campo Multiplicativo também. Está na próxima página.

 

 

 

 

Quadro comparativo publicado pela revista Nova Escola – referência citada anteriormente.

 

 

 

 

 

 Situações - problema - 2º ano.

 

1ª) Campo aditivo.

 

Atividade proposta para promover o desenvolvimento de conceitos no campo aditivo, com alunos do 2° ano:

 

Nessa atividade os alunos jogam dados e percorrem a pista de acordo com os pontos obtidos.

 

 

 

 

 

 

Problematização

 

Sophia estava participando do jogo Fórmula. Tirou um 5 na jogada do dado e seu carrinho foi parar na casa de número 13.

Em que casa o carrinho estava antes?

Esse é um problema no qual uma das parcelas está ausente e o que deve ser calculado é o estado inicial de uma transformação aditiva.

 

Proposto sem a situação concreta do jogo é bem possível que os alunos o resolvam por ensaio e erro, possivelmente juntando dois a cinco, depois três a cinco, e assim por diante até chegar ao número 13.  

Se o problema advém de um jogo, o aluno se vale do contexto para refletir e usa, no caso descrito, uma reta numérica naturalmente oferecida pelo tabuleiro do jogo. Para favorecer a conclusão de que o problema pode ser resolvido por meio da subtração, a realização da operação inversa de avançar (no circuito do jogo) é fundamental: o inverso de avançar é retroceder.

 

 

 

 

 

 

2ª) Campo multiplicativo.

 

  - Resolver o problema:

" Joana arrumou as peças do jogo de memória em 9 colunas em 4 linhas cada uma.

 Descubra quantas peças tem o jogo, sem contar de 1 em 1".

 

 “Com a calculadora e usando apenas uma vez o número 9 e o número 4, que conta você poderia fazer para encontrar o resultado

36? Depois anote que operação você fez. Essa conta poderia ser utilizada para resolver o problema do jogo da memória? Por  quê?”.

Resolver 3 problemas do mesmo tipo como lição de classe.

Resolver o problema abaixo:

a)“Um jogo da memória tem 36 peças. Como você arrumaria as peças em linhas e colunas (sem deixar espaços vazios), de uma maneira diferente do que a Joana fez?

b) Você conseguiria organizar as peças de outras maneiras? Tente o maior número de arrumações

a- Na atividade anterior, vimos que 4 x 9 tem o mesmo resultado que 9 x 4.

Será que isso acontece emtodas as multiplicações? Justifique a sua resposta.

b) Utilizando a calculadora, faça as contas abaixo e verifique se o resultado se modifica.

 6x7=

 7x6=

 32x4=

 4x32=

  “Com a calculadora utilize os números 48 e 4 apenas uma vez para tentar chegar ao resultado 12. Depois anote o que você fez.”

 Encontre maneiras de resolver as contas abaixo sem usar a calculadora:

 a) 12 : 4 =

 b) 20 : 5 =

 c) 50 : 10=

 d) 49 : 7 =

 

 

 

 

 

 O grupo deve verificar e validar a propriedade comutativa da multiplicação.

 

 

 

 

 3ª) Campo aditivo e multiplicativo.

 

 

Os desenhos ficam bonitos quando coloridos com lápis de cera.

 

 

 

 

 

  • Cada grupo tem   ....... lápis.
  • Quantos grupos de lápis são?  .......
  • Qual é o total de lápis? ........
  •  

     

     

     

     

    Proposta de Recuperação: Espaço e Forma

     

     

    Modificar as atividades publicadas de acordo com os comentários realizados pela equipe da

    interdisciplina, indicando a fonte de pesquisa da internet pelo respectivo link e o livro pelo nome do

    livro, do autor e da editora, as páginas consultadas e o ano de publicação do livro.

     

    Espaço e Forma

     

    O trabalho com a geometria tem por objetivo capacitar o aluno a analisar e compreender melhor o espaço que o rodeia, tornando-o apto a codificar as imagens que vê, fazer e compreender as comunicações visuais que encontra no seu cotidiano.

     

    Podemos planejar atividades que propiciem o estabelecimento de relaçõesespaciais no objeto, para isto propomos:

     

    Com os objetos cotidianos:

    realizar atividades de armar e desarmar, o que lhe permitirá estabelecer relações inversas. Por outro lado poderão agrupar objetos por semelhança, estabelecendo ao mesmo tempo relações de diferença. Os alunos chegarão então a comparar objetos de seu entorno em função de suas qualidades físicas, descobrirão propriedades dos mesmos, tais como a cor, a textura, o sabor, o que serve para comer, vestir, entre tantas outras. Logo que as atividades se centralizem em atributos como a forma e o tamanho haverão ingressado no âmbito da Geometria. Até então a exercitação não implica conteúdos matemáticos específicos, mesmo quando sirvam de base para o conhecimento dos corpos. É importante que os alunos manipulem corpos da mesma forma, mas de diferentes tamanhos, e logo verbalizem o que fizeram. A experiência nos diz, muito freqüentemente, que as crianças costumam identificar a embalagem de achocolatado como um cilindro. Raras vezes, em compensação, reconhecerão em uma moeda ou em um bloco lógico, por sua pequena altura.

     

    Com os corpos geométricos:

    deslocamentos como com o resto dos objetos acima mencionados. Inclusive podem ser planejadas atividades de modo que o grupo trabalhe ao mesmo

    tempo com corpos geométricos e objetos cotidianos que tenham a forma dos primeiros. A apresentação dos corpos geométricos favorece a centralização na forma como atributo.

    A exploração leva os alunos a observarem, por exemplo, que alguns corpos têm pontas e outros não, que alguns são achatados e outros altos. Os

    deslocamentos se provocam ao deslizar os objetos sobre a superfície de uma mesa, chutando uma bola e de muitas outras maneiras. Salientamos que não se trata aqui de que os alunos transportem os objetos de um lado a outro, mas sim de que efetuem ações para que os objetos se desloquem.

    A partir destas experiências distinguirão os que rolam dos que não o fazem e, posteriormente, que alguns rolam às vezes e outros sempre. Muitas

    dessas situações vinculam-se com o campo das explorações em ciência e tecnologia, e também darão lugar a verbalizações onde se analisem e debatam causas e conseqüências. Na busca das explicações acerca desses fatos poderão chegar ao conceito de faces planas e curvas. É provável que inicialmente os estudantes chamem redondas às faces curvas. O professor deve propor a observação da base de um cone ou cilindro para que estabeleçam a diferença entre redondo e curvo. A base de um cilindro é plana e redonda, ou,propriamente falando, plana e circular. O professor deve questionar de modo que os alunos percebam que os poliedros permanecem em equilíbrio quando deixados sobre uma superfície plana, pois todas as suas faces são planas.

    Poliedros, do grego poli, muitas e edro, faces. É fundamental a intervenção apropriada do professor como uma forma de evitar a fixação de idéias prévias que possam dificultar novos aprendizados.

    Com o cilindro, o cone, a pirâmide, o prisma, o cubo e a esfera poderão se realizar atividades exploratórias e de

    As Propriedades Geométricas nas Figuras Planas chamamos de figura bidimensional ou plana à forma das faces dos corpos.

    Devemos saber que, se não houvesse um corpo, tais faces não existiriam na realidade. As atividades de contornar, carimbar e as projeções de sombras permitem a passagem do espaço ao plano; deste modo propicia-se seu reconhecimento. Conseqüentemente, os alunos poderão realizar a

    diferenciação entre corpo e figura. Os jogos com corpos, blocos lógicos, tijolinhos ou blocos de construção devem levar à diferenciação entre a forma

     

     

    dos corpos e a forma de suas faces. Isto é, a folha de papel na linguagem cotidiana é chamada de “retângulo” e os blocos lógicos são chamados de

    “círculos” ou “quadrados”. No entanto, para a linguagem matemática trata-sede corpos.

    Seguindo este caminho, o reconhecimento das arestas – “beiras”- permite diferenciar linhas retas ou curvas, que representam as fronteiras das

    superfícies. Os vértices – “quinas” ou “pontas” – dos corpos aproximam a idéia do ponto como fronteira das linhas. Novamente as atividades de demarcação constituem um meio eficaz para o uso da linguagem matemática.

    Ainda dentro do terreno das propriedades geométricas, as figuras classificam-se em côncavas ou convexas. Estas idéias poderão ser trabalhadas

    mediante jogos de regiões marcadas no chão, por exemplo, uma região circular-convexa-e outra com a forma de um rim.

    O trabalho com ampliação e redução de figuras, desenvolve a percepção geométrica nos alunos, além de ser extremamente atraente para eles. Quando fazemos ampliações ou reduções encontramos duas figuras semelhantes, mas não necessariamente do mesmo tamanho. É a ampliação e a redução de figuras que utilizamos para a construção de maquetes e de mapas.

     

    Na figura 1 está representada uma caixa de fósforos e na figura 2 vemos um desenho que lembra a forma da mesma caixa. Este desenho representa aquilo que em geometria se chama o paralelepípedo retângulo.

        A caixa de fósforos é um corpo. Pode ver-se e tocar-se.

        O paralelepípedo rectângulo é um sólido geométrico. Imagina-se, mas não se vê nem se toca. Existe no nosso entendimento, mas não na natureza.

        No item acima (Sólidos Geométricos) vais encontrar outros sólidos geométricos que podem surgir no teu dia a dia.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Bibliografia consultada:

     

    BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática/ Secretaria de Educação Fundamental. -Brasília

    :MEC/SEF,1998.

     

    DUHALDE, Maria Elena. Encontros iniciais com a Matemática: contribuições à educação infantil/ Maria Elena Duhalde e Maria Teresa González Cuberes;

    trad. Maria Cristina Fontana - Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

     

    NETO, Ernesto Rosa. Didática da Matemática/ São Paulo: Ática, 2005.

     

    COLL, César. Aprendendo Matemática/ César Coll e Ana Teberosky. – São Paulo: Ática, 2000.

     

    TOLEDO, Marília. Didática de Matemática: como dois e dois: a construção da matemática/ Marília Toledo e Mauro Toledo. – São Paulo: FTD, 1997.

     

    www.novaescola.com.br

     

     

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