- Atividade 4- individual
- Ler o material dos grupos, buscando identificar semelhanças e diferenças quanto a forma de resolver os desafios
- Ler os textos abaixo, buscando fundamentos teóricos para a discussão que será desenvolvida nos fóruns mediados por colegas.
Sobre o conhecimento prévio e sobre a investigação científica.
Dicas:
- Essa atividade é para todos os alunos, mesmo que não tenham ido ao encontro presencial.
- No segundo texto, a parte de interesse é a 2.1 (2.1.1 até 2.1.4)
- Anotem, em uma pg do seu wiki, idéias explicativas que surgirem a partir da relação entre o acontecido e obtido nas atividades e os fundamentos teóricos do texto.
- Essas anotações subsidiarão a discussão nos fóruns.
Analisando os trabalhos dos grupos, após a leitura do texto Conhecimento Prévio, ele nos dá um suporte para entender as características e semelhanças de como os trabalhos foram elaborados.
Todos os grupos usaram seus conhecimentos prévios e suas experiências para realizar as atividades propostas.
De acordo com o texto, as crianças constroem e organizam o mundo, baseadas no que vêem a sua volta e nós adultos agimos da mesma forma.
Ao elaborarmos em grupo, a planilha com as necessidades dos moradores daquela casa utilizamos nossas experiências de vida, projetamos e pensamos de acordo com a nossa vivência, nosso conhecimento prévio.
A maioria dos grupos, assim como o meu preocupou-se em pesquisar e optar sempre pelo menor preço e que o dinheiro disponível pudesse mobiliar toda a casa e ainda sobrasse uma verba, que posteriormente aplicaríamos na aquisição de outros utensílios para o lar.
Fundamentos Teóricos do texto:
- As atividades disparadoras ajudam os alunos a perceberem a existência de fatos ou fenômenos no mundo, em que vivem e para os quais ainda não há uma explicação e atentarem para o fato de que nunca haviam pensado sobre eles, ou sua curiosidade nunca havia sido provocada.
- As crianças e também os adultos organizam e estruturam o mundo que está a sua volta, baseados no que têm a sua disposição: nas suas experiências, no que vêem, observam, no que ouviram ser dito, por outras pessoas ou pela mídia. Estas vivências resultam na formulação de idéias e concepções, que fornecem explicações para uma sucessão de fatos e acontecimentos do dia-a-dia. Este conhecimento “informal” é o que recebe a denominação de “senso-comum”, crença, pré-conceito ou concepção ingênua, não porque são “infantis” “inocentes” ou ligadas a aspectos religiosos, mas porque são conhecimentos que não estão de acordo com as idéias e as concepções científicas.
- É fundamental conhecermos seus pontos de partida, suas concepções ingênuas, para podermos, gradativamente, colocá-las em xeque, para desequilibrá-las, no sentido piagetiano do termo. Somente quando conseguimos isso, quando os alunos começam a ter dúvidas acerca das explicações que fornecem para determinados fatos ou fenômenos ou, ainda, quando se dão conta de que o que sabem é insuficiente para explicar algo, é que estes desequilíbrios, estas dúvidas podem abrir espaço para a revisão de seu modo de pensar, para uma escuta real e para a reconstrução.
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